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Melhores Leituras de 2014 – João Pedro Lima

2014 foi um ano em que li muito, o ano em que aderi aos Ebooks e que consegui, graças aos e-readers, nunca ficar sem nada para ler a mão numa viagem de ônibus ou metrô. Selecionei duas séries de livros e mais dois individuais para comentar, como os melhores do ano.

– Série Desventuras em Série, Lemony Snicket – Uma série infanto-juvenil que pode ter ficado mais famosa devido à produção cinematográfica, mas que trata de diversos temas adultos e sobre amadurecimento e os problemas da vida, sempre com um tom agridoce. Os livros são bem escritos, apesar de um pouco repetitivos, e eu não vejo como se pode desmerecer livros “infantis”que ensinam a ver que ninguém é totalmente bom ou totalmente mal, e que é sempre possível se salvar através do poder da leitura, sem se tornarem tediosos.

– Série Mistborn , Brandon Sanderson– Fui apresentado à série por minha namorada, e comecei a ler meio cético, tentando entender o que o autor queria dizer com “alomancia” e seusoutros conceitos mágicos . Pois é, o ceticismo não durou muito, a primeira trilogia(o autor pretende escrever outras) de Mistborn é fenomenal. Os livros tratam de religião cívica, ditadura “pelo bem maior”, resgate do passado histórico, feudalismo distópico e vários elementos de fantasia medieval clássica, tudo misturado e organizado de forma altamente envolvente.

A Coisa, Stephen King – Um clássico do gênero de terror, e um dos poucos livros mais famosos de King que eu ainda não tinha lido. Assustador, envolvente e bastante perturbador, inclusive por razões além do monstro. O tema da perda da inocência e exploração da sexualidade na infância me deixou incomodado, mas a obra inegavelmente vale uma leitura atenta, principalmente para entender porque tanta gente tem medo de palhaços. Terror sobrenatural de primeira linha.

Jogador Número 1, Ernest Cline –  O melhor livro “para nerds” que eu li desde “A fantástica vida breve de Oscar Wao”. Uma história envolvente, simples e divertida, em um livro que você termina e fica esperando uma continuação, versão cinematográfica ou similar. Divertido, interessante, levemente distópico e escrito de forma tremendamente competente, Jogador número 1 é entretenimento do começo ao fim, com toques de romance, comédia, e uma trama tremendamente envolvente que vai te fazer pedir por mais quando acabar.

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